Olha, eu odeio discutir contigo. Me faz um mal imenso, proporcional a intensidade do meu carinho por tiMe estraga as horas, os dias e o que mais vier pela frente, até eu conseguir te olhar nos olhos e perceber que foi tudo uma tremenda bobagem. Tu argumentas tudo na defensiva. E, droga, eu também. E eu leio e releio as tuas palavras e penso que, nesse exato momento poderias aparecer por aqui, me dar um abraço apertado e tudo ficaria bem. Só isso. Bem assim, bem simples. Nada além de paz. Não leva a mal meus repentes. Posso ser contraditória, ciumenta, e meio maluca, mas presta atenção: Eu gosto, com as palmas das mãos esticadas em tua direção, viradas pra cima, de uma forma absurdamente impulsiva, mas extremamente clara e pura. E tudo isso é muito importante pra mim.

Aprender a viver sem aquilo que tanto precisa. Sinceramente não posso falar que sei lidar com isso, estive dependente e agora vejo a porta aberta com tudo me pondo pra fora, como quem diz: vai lá, aprenda, joga tudo pro alto, seja feliz. Mas ainda sim meu coração se divide, se prende a raízes. E é preciso de mais o que pra seguir? Era tudo, exatamente tudo que eu queria e agora é o que me causa medo.